(Letra: oração de um atleta americano anônimo que, aos 24 anos, ficou paralítico e encontrou Deus no sofrimento)
Pedi a Deus para ser forte a fim de executar projetos grandiosos
E Ele me fez fraco para conservar-me humilde
Pedi a Deus que me desse saúde para realizar grandes empreendimentos
E Ele deu-me a doença
para compreendê-lo melhor, compreendê-lo melhor
Pedi a Deus riqueza para tudo possuir
E Ele deixou-me pobre para não ser egoísta
Pedi a Deus poder para que os homens precisassem de mim
E Ele deu-me humildade para que d’Ele eu precisasse
Pedi a Deus tudo pra gozar a vida
E Ele deu-me a vida para gozar de tudo
Pedi a Deus tudo pra gozar a vida
E Ele deu-me a vida para gozar de tudo
Senhor não recebi nada do que pedi,
Mas deste-me tudo o que eu precisava
E quase contra a minha vontade,
As preces que eu não fiz foram ouvidas
Louvado sejas, ó meu Deus,
Entre todos os homens ninguém tem mais do que eu
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
O dragão e a pedra no sapato
Quando morei na China, no final da década de 1980 e início dos anos 1990, pude ver com meus olhos o início do crescimento daquele país.
A cultura chinesa regada pela docilidade de um povo que há mais de 4 mil anos vive sob domínio dos imperadores, a maioria déspota, permitiu que a troca pelo regime comunista não fizesse qualquer diferença para eles, exceto em Hong Kong e Macau, onde os ventos de liberdade sopraram com maior velocidade.
Mas o mundo desenvolvido (Europa e Estados Unidos) percebeu que poderia usar a China a seu favor. Enquanto um engenheiro europeu ganhava 5 mil dólares por mês para trabalhar 36 horas por semana, um chinês trabalharia com muita vontade até 80 horas por semana, em troca de apenas 50 dólares mensais (como não é um país cristão, lá não existe domingo). Era um sonho para as empresas mundiais.
Estados Unidos e Europa investiram trilhões de dólares na China por mais de 20 anos seguidos, fazendo com que a economia chinesa crescesse a gigantescas taxas de 12% a 15% ao ano por décadas. Chegamos à década de 2010 com a China ultrapassando as potências europeias e asiáticas e se tornando a segunda potência mundial.
Isso acendeu uma luz nas nações mais desenvolvidas, que decidiram reduzir os investimentos na China e os transferiram para a Índia. Entretanto, o ritmo alucinante do crescimento chinês ainda levou alguns anos para sentir o redirecionamento dos investimentos, reduzido “suavemente” dos 15% para algo em torno de 6%. A Índia agora é a bola da vez, com a economia crescendo a estonteantes 10% ao ano. Mas as nações desenvolvidas não consideraram dois pontos básicos: ambos os países (China e Índia) possuem uma população acima de 1,3 bilhão; e também precisam de muita comida para alimentar sua população.
Uma pequena ascensão social de 10% da população, por conta do aumento de oportunidades de trabalho e renda, representa toda a população de vários países europeus. Isso tem levado os chineses e indianos a “invadirem” os países mais pobres, sejam da Ásia ou da África para, à semelhança do que a Europa fez nos séculos passados, explorar todas as riquezas desses países pobres. Se apenas 1% dos 10% mais ricos desses países resolvessem investir seus lucros na Europa ou EUA poderiam criar (e têm criado) problemas no sistema bancário mundial. A China hoje já possui mais de 4 trilhões de dólares em títulos do tesouro americano e investimentos diversos em países pobres (Brasil, inclusive) acima de 1,5 trilhão de dólares.
Os indianos e chineses (mais estes), que prezaram pouco pela ética ou valores morais judaico-cristãos (são países onde o cristianismo é minoria), encontraram nos países pobres um “ambiente” amigável para praticar seu esporte favorito: a corrupção.
Os chineses, há mais tempo no mercado e com menos problemas de consciência, conseguiram dominar mais áreas na África. Porém, para prover comida, a joia da coroa era a América do Sul, sendo o Brasil a mais preciosa. Novamente, por uma mistura de ideologia e corrupção, a China tem levado vantagem sobre a Índia. Vários países latinos já estão beijando os pés chineses, pagando seus empréstimos com comida e matéria-prima subvalorizadas.
Mas o sonho de consumo dos chineses sempre foi o Brasil. Tudo estava indo bem, mas quando os chineses finalmente resolveram comprar o Brasil, eis que os brasileiros, alheios a tudo o que se passava no mundo, resolveram colocar Bolsonaro na presidência. O problema é que os governos passados prometeram mundos e fundos para os chineses, que pagaram grandes lotes de propina na esperança de garantir comida e recursos naturais por mais 500 anos. Agora, mesmo comprando muitas terras, cooperativas agrícolas, empresas, portos, ferrovias, etc., suas atividades a cada dia estão mais restritas no Brasil. A xenofobia está à flor da pele.
A realidade é que os chineses estão sofrendo na América do Sul. Investiram muitos bilhões na Venezuela, confiantes no petróleo, mas a produção de 3,5 milhões de barris diários caiu para 400 mil. Na Argentina, com a crise do coronavírus, a queda na produção foi de mais de 40%, ou seja, não tem comida para pagar os empréstimos. Pelo lado americano e europeu, a pressão está cada dia maior e os acordos comerciais que privilegiavam a China nos mercados mundiais estão, um a um, sendo revisto com sérios prejuízos para os chineses. Até Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, continuou a política restritiva americana com a China (e ainda chamam o Trump de nacionalista).
A pergunta de 1 trilhão é: Qual será a consequência disso tudo para a China e a Índia? As questões comerciais dos chineses com europeus e americanos são o menor dos problemas. A questão “custo” ainda será importante por algum tempo, logo a China conseguirá vender seus “xing-lings” por um bom tempo. Mas o gargalo será arranjar comida para quase 3 bilhões de pessoas (China + Índia), que estão ficando um pouco mais ricas e exigindo um pouco mais de comida em seus pratos.
Será que os dois maiores produtores de alimento do mundo (EUA e Brasil) vão dar colher de chá para China e Índia? Acho muito difícil, ainda mais se Bolsonaro conseguir um novo mandato de mais quatro anos. Daí, a urgente necessidade de evitar, a “qualquer custo”, sua reeleição.
O grande problema é que a crise alimentar já está batendo à porta e esperar mais seis anos será uma eternidade. Estados Unidos e Europa consomem aproximadamente 40% de todos os alimentos produzidos no mundo. Se considerarmos os grandes países da Ásia (Japão, Coréia, Malásia, etc), já teremos mais de 70% dos alimentos produzidos comprometidos. Como alimentar com 30% os 50% restantes da população do mundo?
Não tem mágica nem matemática. Em pouco tempo, teremos fome nesses pobres países ricos. Estamos falando de muitos milhões de pessoas sem comida suficiente para viver. Consegue entender agora a razão de todo esse esforço da China, aliada aos governadores de esquerda, para destruir o governo Bolsonaro? É uma questão de sobrevivência.
Só resta a China, e por tabela a Índia, tomar o maior celeiro de comida do mundo. Se não tomarem o Brasil, além de boa parte da população desses países passar fome, o preço das commodities vai disparar nos mercados mundiais. Recentemente, o presidente Emanuel Macron disse que vai separar áreas na França para plantar soja. Hoje, isso parece uma piada, pois o custo de 1 tonelada de soja na França deve ser 30 vezes maior que no Brasil. Mas, e daqui a 10 anos quando faltar soja no mercado? Macron pode ser tudo, menos louco.
Atualmente, poucos países, como o Brasil, EUA, Canadá e Argentina, conseguem alimentar sua população e essa situação deve perdurar por muitos anos. O Brasil está em uma situação muito privilegiada, pois usamos apenas 16% de nosso território com a agricultura e pastagem para gado. Podemos ainda crescer 100%, sem comprometer qualquer sistema ecológico.
Por qualquer ótica que se tente resolver essa questão chamada “comida” passaremos pelo Brasil e todos sabem disso, daí a luta da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, para impedir que nossa agricultura cresça usando como argumento a destruição da Amazônia. Querem destruir (ou pelo menos tentar) aquele que será o maior celeiro do mundo até 2030. Mas a pedra no sapato chama-se Bolsonaro e a direita brasileira.
Creio que tanto Estados Unidos quanto Europa deveriam tratar melhor o Brasil. É a única chance que possuem para dobrar o grande dragão, exceto se, mais uma vez, a China resolver eliminar 20% da sua população, já que o vírus chinês não conseguiu matar nem 1% da população mundial.
Resumo: se a China comprar o Brasil, o mundo passará fome. Se não comprar, a China passará fome. Nada é impossível para esse país onde morrer pela nação é um ato heroico para o pobre povo chinês. Por isso tudo é possível, não duvidem.
Espero que o Brasil se prepare e, para o bem do mundo, que os chineses, os governadores e políticos corruptos, junto com a imprensa ideologicamente comprometida e parcial, não consigam derrubar Bolsonaro, acelerando a mudança da cor da nossa bandeira para vermelha com estrelas. O que a falta de comida no prato pode fazer no mundo!
Em 10/04/2021, por J.E. Conti é engenheiro, consultor de negócios, escritor e empresário.
NO FIM, A VERDADE SURGIRÁ. AS MÁSCARAS DO MAL ESTÃO CAINDO...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Conheça os tipos de limões e as diferenças de cada um
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Dilma brilha nas charges: ‘me sinto Gisele Bündchen!’
Em charge publicada na edição do GLOBO de 13 de novembro de 2005, Dilma é retratada por Chico Caruso ao lado dos senadores do PMDB Ney Suassuna (PB), José Sarney (AP) e Gilberto Mestrinho (AM). Na legenda do desenho: “Aqui entre nós, me sinto a Gisele Bündchen!”
Três anos depois, Dilma já ascendera no governo e tornou-se figurinha frequente nas charges de Chico. Em março de 2008, por exemplo, foi desenhada como o coelhinho da Páscoa. O ovo que carrega tem a inscrição PAC, numa referência às obras pelo país do Programa de Aceleração do Crescimento que comandava. Em 13 de janeiro de 2009, quando já despontava como nome forte à sucessão, aparece com novo visual, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a botar óculos para observá-la melhor.
Um ano depois, em 22 de fevereiro de 2010, Chico desenhou Dilma se aproximando de José Serra na corrida eleitoral. No mesmo ano, em 13 de julho, a então candidata consulta o polvo Paulo sobre o resultado do pleito — o animal ganhara fama supostamente adivinhando os resultados da Alemanha na Copa do Mundo da África.
Em 1º de outubro, o cartunista volta à imagem de uma corrida para retratar Dilma vencendo a disputa. Três dias depois, ela e Serra estendem um tapete — verde, é claro — para Marina Silva: a petista e os tucanos buscavam o apoio da ex-adversária para o segundo turno. No fim das contas, Dilma venceu: em 31 de outubro, aparece ajoelhada em uma urna. Mas mal teve tempo de comemorar. Nos dias 4 e 5, Chico brincou com a responsabilidade que esperava a nova presidente: em duas charges, mostrou Lula entregando a Dilma um pepino e um abacaxi.
O período do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, concluído em 2014, foi especialmente fértil para o cartunista, que produziu dezenas de charges sobre o assunto. No dia 26 de novembro de 2012, Chico faz uma releitura da foto que foi um dos destaques da semana, quando Dilma ajudou a soltar a capa de Joaquim Barbosa, que ficou presa a uma cadeira na ocasião do seu discurso de posse na presidência no STF. "Me larga, me solta, me deixa!", gritaria o ministro.
Durante a apertada disputa das eleições presidenciais de 2014, Dilma e Aécio Neves (PSDB-MG) dividem a cena em um duelo de dedos que apontam um contra o outro, como ironizou o desenho do dia 19 de outubro. A governante levaria a melhor nos resultados, e continuaria a estrelar charges como a do dia 24 de julho de 2015, onde aparece equipada com uma bicicleta, empurrada pela Advocacia-Geral da União e interrompida pelo Tribunal de Contas da União. A brincadeira associava o esporte praticado por Dilma às chamadas pedaladas fiscais, um dos gatilhos do processo de impeachment discutido em 2016 e que foi acolhido para julgamento pelo Senado, em 11 de maio, após votação na Câmara, obrigando Dilma, na manhã seguinte, a se afastar do governo.
domingo, 14 de agosto de 2016
cocovan

Fizemos esse prato no penúltimo Lá em Casa e o resultado foi muito bom, para umas quatro pessoas você vai precisar de:
– 1 cenoura média
– 1 cebola branca grande
– salsão
– 1 garrafas de vinho tinto
– 8 coxas inteiras ( coxa e sobre coxa)
– caldo
O prato começa com o caldo, em uma panela grande derrame o vinho, a cenoura, a cebola e o salsão cortados em pedaços grandes, quando começar a ferver espere dez minutos, desligue e espere esfriar.
Quando a panela estiver fria coloque o frango e deixe marinhando, de preferência de um dia para o outro.
No dia seguinte, ascenda o fogão e deixe o frango como está na panela, quando começar a ferver conte dez minutos, retire o frango e deixe o vinho reduzir, acrescente ao molho sal e pimenta do reino a gosto.
O frango estará semi cozido e assim que sair da panela com o vinho coloque em outra panela refogando na manteiga até dourar, depois retire e reserve em outra vazilha.
A essa altura o molho já deve ter reduzido um pouco, espere esfriar e misture novamente com o frango.
Agora é só esperar as visitas, colocar a bebida pra gelar e preparar os acompanhamentos. No dia servimos com purê de batata doce, baroa e inglesa com azeite trufado, cebolinha e baby cebola, mas não precisa ser exatamente isso, pode ter arroz com lentilha, farofa de cebola, o que mais você preferir e tiver em mãos.
Na hora de servir de novo coloque a panela para ferver, quando começar a ferver desligue e transfira o frango para a outra panela e doure novamente, acredita que dá certo, vai ficar uma beleza e vai valorizar bem a carne do frango.

Se arrisque, abs
Esdras
Fale conosco
comalaemcasa@gmail.comEndereço?
alguma casa em BrasíliaTwitter do Lá em Casa
-
Quando você acha que não tem nada pra almoçar surge uma batata doce pra te salvar.
… instagram.com/p/BInVLyUA-NQ/ 1 week ago
- Lindeza que foi o café da manhã da Verena do minhacozinhavirouumjardim com a nossa geleia de… instagram.com/p/BIitlbWgOUL/ 1 week ago
- Pensa na pipoca mais absurdamente viciante possível, com zilhões de especiarias, um toque de… instagram.com/p/BIaBVYggmG_/ 2 weeks ago
-
#QuartaDimensão
@ Conic Brasília instagram.com/p/BIY1WpcAGOB/ 2 weeks ago
- Red velvet delícia pra encerrar o menu do #panelasdacasa do nosso vizinho charmoso… instagram.com/p/BIX1YMgg4_c/ 2 weeks ago
-
Quando você acha que não tem nada pra almoçar surge uma batata doce pra te salvar.
Categorias
Tags
1 1a edição 2a edição 3a edição 4a edição alcaparras alho aliche artigo do correio aspargos aveia açúcar barriga de porco berinjela biscoito bruschetta café caldo caramelo carne castanhas cebola roxa cebolinha chocolate cogumelo de paris cogumelos cookie cornflakes creme de leite cupcake dijon entrada filet mignon fleur de sal fotos gnocchi grappa hoisin italiano joana ketchup limão siciliano lá em casa manjericão manteiga marshmallow mascarpone maskavo massas menu milkbar molho inglês momofuku mussarela de búfala nhoque nozes ovos panela de bambu parmesão pesto pimenta dedo-de-moça pimenta rosa portobello prato principal primeira edição pão ragú salsinha shitake sobremesa sopa tiramisú torta tutano vinhoPesquisar
Coq au Vin
Diz a lenda que o prato surgiu por volta de 50 a.C., por um motivo histórico. Os gauleses (liderados por Vercingetórix) estavam em guerra com os romanos, até que o exército de Júlio César cercou uma aldeia e o chefe mandou um galo de briga a César, que respondeu com um convite para um jantar feito com o próprio galo cozido no vinho da região. [5]
O galo se tornou um ícone popular francês após a queda do império romano e o motivo foi um simples trocadilho. A palavra gallus podia significar tanto galo em latin, quanto gaulês, na língua local. Desde então os franceses possuem uma grande afinidade com a ave e ela é símbolo da várias federações esportivas além de uma grande marca de artigos esportivos.
Cultura inútil a parte, a França tem o galo, ou o frango, mais famoso do mundo gastronômico, mais precisamente na região de Bresse, ao sul da Borgonha. Lá é o lar do renomado Poulet de Brésse. A raça de penas brancas e pés azulados é considerada a mais saborosa e existe inclusive uma denominação de origem controlada para a criação destes frangos, com severas regras e padrões altíssimos de qualidade.
Não é de se estranhar que na mesma região exista um dos pratos mais famosos da França, o Coq au Vin. Tradicionalmente, este prato é feito com um galo velho, cuja carne dura fica macia e suculenta depois de cozida por horas em vinho tinto. É uma preparação similar a outro prato tão famoso quanto, o Bouef Bourguignon, também feito com cortes de carne duros, mas que ficam deliciosamente macios depois do longo cozimento.
Mas se você não tem acesso tão fácil assim a um galo velho, nem a um poulet de Bresse, não se acanhe, pois uma boa galinha caipira também é muito apropriada para este preparo. Sirva-se de um bom vinho, seja da Borgonha ou não, e aproveite este prato rico e saboroso.
- 1 frango caipira de cerca de 2 kg
- 1 garrafa de vinho tinto
- 1 cenoura
- 1 cebola
- 1 talo de aipo
- 4 dentes de alho
- 1 folha de louro
- Alguns raminhos de tomilho
- 2 cravos da índia
- 2 colher de sopa de óleo de girassol
- 50g manteiga + 25 para as cebolinhas
- 4 colheres de sopa de farinha
- 250g cogumelos paris pequenos
- 200g bacon defumado (pedaço)
- 150g cebolinhas
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de sopa de salsa picada
- Sal e pimenta do reino
Separe o frango em pedaços: 2 coxas, 2 sobrecoxas, 2 coxinhas das asas e 2 peitos (ainda com osso). Seu açougueiro terá todo o prazer em fazer isto caso você não queira se dar ao trabalho. Corte cada peito ao meio, dividindo-os em 2 pedaços cada, no final você terá 10 pedaços. A carcaça e as pontinhas da asa, guarde para fazer um caldo quando quiser fazer um bom risotto.
Pique a cebola, a cenoura, o talo de aipo e os alhos grosseiramente. Tempere os pedaços de frango generosamente com sal e pimenta e coloque-os em um pote plástico. Cubra completamente com vinho tinto e adicione todos os ingredientes da marinada. Deixe de um dia para o outro.
No dia seguinte retire os pedaços de frango da marinada e seque-os bem. Peneire a marinada, reservando o vinho e descartando os legumes. Passe os pedaços de frango na farinha de trigo e depois dê uma sacudida para retirar o excesso.
Coloque a manteiga e o óleo em uma panela e deixe esquentar. Doure bem os pedaços de frango, de todos os lados, e adicione o vinho da marinada que estava reservado. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo bem baixo por cerca de uma hora. Se preferir, também pode-se colocar a panela fechada no forno a 200º e deixar cozinhar por cerca de 2 horas no forno. Enquanto o frango cozinha, sempre vá retirando com uma concha a espuma e gordura que vai subindo à superfície.
Como o frango irá demorar para ficar pronto, prepare as guarnições. Retire a pele do bacon e corte-o primeiro em fatias grossas, de ½ cm de espessura, e depois corte as fatias em “bastões”, com a mesma espessura das fatias. Leve ao fogo em uma frigideira e começe em fogo baixo, mexendo de vez em quando até que o bacon libere sua gordura. Aumente então o fogo e frite-os na própria gordura, mexendo sempre, para que fiquem dourados por igual. Retire-os do fogo e deixe escorrer sobre papel toalha.
Limpe os cogumelos com um pano e corte cada um em 4 pedaços. Volte com a frigideira do bacon para o forno e aqueça bem. Refogue os cogumelos nesta frigideira até que eles ganhem cor e comecem a parecer úmidos. Reserve e espere o frango ficar cozido.
Descasque as cebolinhas. Coloque-as em uma panela onde elas não se sobreponham e adicione água apenas para cobri-las. Acrescente também a manteiga, o açúcar e um pouco de sal. Ligue o fogo e deixe cozinhar até que toda a água evapore e as cebolinhas caramelizem na mistura de açúcar e manteiga.
O frango está bom quando os pedaços ainda estiverem inteiros mas carne estiver soltando do osso. Adicione o bacon e os cogumelos ao frango, misture e adicione também um pouco de salsa picada. Corrija o sal e a pimenta e sirva acompanhado de batatas, arroz ou macarrão.
Foto de capa por Jon Olav Eikenes / CC BY 2.0