segunda-feira, 4 de outubro de 2021

O dragão e a pedra no sapato



Quando morei na China, no final da década de 1980 e início dos anos 1990, pude ver com meus olhos o início do crescimento daquele país.

A cultura chinesa regada pela docilidade de um povo que há mais de 4 mil anos vive sob domínio dos imperadores, a maioria déspota, permitiu que a troca pelo regime comunista não fizesse qualquer diferença para eles, exceto em Hong Kong e Macau, onde os ventos de liberdade sopraram com maior velocidade.

Mas o mundo desenvolvido (Europa e Estados Unidos) percebeu que poderia usar a China a seu favor. Enquanto um engenheiro europeu ganhava 5 mil dólares por mês para trabalhar 36 horas por semana, um chinês trabalharia com muita vontade até 80 horas por semana,  em troca de apenas 50 dólares mensais (como não é um país cristão, lá não existe domingo). Era um sonho para as empresas mundiais.

Estados Unidos e Europa investiram trilhões de dólares na China por mais de 20 anos seguidos, fazendo com que a economia chinesa crescesse a gigantescas taxas de 12% a 15% ao ano por décadas. Chegamos à década de 2010 com a China ultrapassando as potências europeias e asiáticas e se tornando a segunda potência mundial.

Isso acendeu uma luz nas nações mais desenvolvidas, que decidiram reduzir os investimentos na China e os transferiram para a Índia. Entretanto, o ritmo alucinante do crescimento chinês ainda levou alguns anos para sentir o redirecionamento dos investimentos, reduzido “suavemente” dos 15% para algo em torno de 6%. A Índia agora é a bola da vez, com a economia crescendo a estonteantes 10% ao ano. Mas as nações desenvolvidas não consideraram dois pontos básicos: ambos os países (China e Índia) possuem uma população acima de 1,3 bilhão; e também precisam de muita comida para alimentar sua população.

Uma pequena ascensão social de 10% da população, por conta do aumento de oportunidades de trabalho e renda, representa toda a população de vários países europeus. Isso tem levado os chineses e indianos a “invadirem” os países mais pobres, sejam da Ásia ou da África para, à semelhança do que a Europa fez nos séculos passados, explorar todas as riquezas desses países pobres. Se apenas 1% dos 10% mais ricos desses países resolvessem investir seus lucros na Europa ou EUA poderiam criar (e têm criado) problemas no sistema bancário mundial. A China hoje já possui mais de 4 trilhões de dólares em títulos do tesouro americano e investimentos diversos em países pobres (Brasil, inclusive) acima de 1,5 trilhão de dólares.
Os indianos e chineses (mais estes), que prezaram pouco pela ética ou valores morais judaico-cristãos (são países onde o cristianismo é minoria), encontraram nos países pobres um “ambiente” amigável para praticar seu esporte favorito: a corrupção.

Os chineses, há mais tempo no mercado e com menos problemas de consciência, conseguiram dominar mais áreas na África. Porém, para prover comida, a joia da coroa era a América do Sul, sendo o Brasil a mais preciosa. Novamente, por uma mistura de ideologia e corrupção, a China tem levado vantagem sobre a Índia. Vários países latinos já estão beijando os pés chineses, pagando seus empréstimos com comida e matéria-prima subvalorizadas.
Mas o sonho de consumo dos chineses sempre foi o Brasil. Tudo estava indo bem, mas quando os chineses finalmente resolveram comprar o Brasil, eis que os brasileiros, alheios a tudo o que se passava no mundo, resolveram colocar Bolsonaro na presidência. O problema é que os governos passados prometeram mundos e fundos para os chineses, que pagaram grandes lotes de propina na esperança de garantir comida e recursos naturais por mais 500 anos. Agora, mesmo comprando muitas terras, cooperativas agrícolas, empresas, portos, ferrovias, etc., suas atividades a cada dia estão mais restritas no Brasil. A xenofobia está à flor da pele.

A realidade é que os chineses estão sofrendo na América do Sul. Investiram muitos bilhões na Venezuela, confiantes no petróleo, mas a produção de 3,5 milhões de barris diários caiu para 400 mil. Na Argentina, com a crise do coronavírus, a queda na produção foi de mais de 40%, ou seja, não tem comida para pagar os empréstimos. Pelo lado americano e europeu, a pressão está cada dia maior e os acordos comerciais que privilegiavam a China nos mercados mundiais estão, um a um, sendo revisto com sérios prejuízos para os chineses. Até Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, continuou a política restritiva americana com a China (e ainda chamam o Trump de nacionalista).

A pergunta de 1 trilhão é: Qual será a consequência disso tudo para a China e a Índia? As questões comerciais dos chineses com europeus e americanos são o menor dos problemas. A questão “custo” ainda será importante por algum tempo, logo a China conseguirá vender seus “xing-lings” por um bom tempo. Mas o gargalo será arranjar comida para quase 3 bilhões de pessoas (China + Índia), que estão ficando um pouco mais ricas e exigindo um pouco mais de comida em seus pratos.

Será que os dois maiores produtores de alimento do mundo (EUA e Brasil) vão dar colher de chá para China e Índia? Acho muito difícil, ainda mais se Bolsonaro conseguir um novo mandato de mais quatro anos. Daí, a urgente necessidade de evitar, a “qualquer custo”, sua reeleição.

O grande problema é que a crise alimentar já está batendo à porta e esperar mais seis anos será uma eternidade. Estados Unidos e Europa consomem aproximadamente 40% de todos os alimentos produzidos no mundo. Se considerarmos os grandes países da Ásia (Japão, Coréia, Malásia, etc), já teremos mais de 70% dos alimentos produzidos comprometidos. Como alimentar com 30% os 50% restantes da população do mundo?

Não tem mágica nem matemática. Em pouco tempo, teremos fome nesses pobres países ricos. Estamos falando de muitos milhões de pessoas sem comida suficiente para viver. Consegue entender agora a razão de todo esse esforço da China, aliada aos governadores de esquerda, para destruir o governo Bolsonaro? É uma questão de sobrevivência.

Só resta a China, e por tabela a Índia, tomar o maior celeiro de comida do mundo. Se não tomarem o Brasil, além de boa parte da população desses países passar fome, o preço das commodities vai disparar nos mercados mundiais. Recentemente, o presidente Emanuel Macron disse que vai separar áreas na França para plantar soja. Hoje, isso parece uma piada, pois o custo de 1 tonelada de soja na França deve ser 30 vezes maior que no Brasil. Mas, e daqui a 10 anos quando faltar soja no mercado? Macron pode ser tudo, menos louco.

Atualmente, poucos países, como o Brasil, EUA, Canadá e Argentina, conseguem alimentar sua população e essa situação deve perdurar por muitos anos. O Brasil está em uma situação muito privilegiada, pois usamos apenas 16% de nosso território com a agricultura e pastagem para gado. Podemos ainda crescer 100%, sem comprometer qualquer sistema ecológico.
Por qualquer ótica que se tente resolver essa questão chamada “comida” passaremos pelo Brasil e todos sabem disso, daí a luta da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, para impedir que nossa agricultura cresça usando como argumento a destruição da Amazônia. Querem destruir (ou pelo menos tentar) aquele que será o maior celeiro do mundo até 2030. Mas a pedra no sapato chama-se Bolsonaro e a direita brasileira.

Creio que tanto Estados Unidos quanto Europa deveriam tratar melhor o Brasil. É a única chance que possuem para dobrar o grande dragão, exceto se, mais uma vez, a China resolver eliminar 20% da sua população, já que o vírus chinês não conseguiu matar nem 1% da população mundial.

Resumo: se a China comprar o Brasil, o mundo passará fome. Se não comprar, a China passará fome. Nada é impossível para esse país onde morrer pela nação é um ato heroico para o pobre povo chinês. Por isso tudo é possível, não duvidem.

Espero que o Brasil se prepare e, para o bem do mundo, que os chineses, os governadores e políticos corruptos, junto com a imprensa ideologicamente comprometida e parcial, não consigam derrubar Bolsonaro, acelerando a mudança da cor da nossa bandeira para vermelha com estrelas. O que a falta de comida no prato pode fazer no mundo!

Em 10/04/2021, por J.E. Conti é engenheiro, consultor de negócios, escritor e empresário.

NO FIM, A VERDADE SURGIRÁ. AS MÁSCARAS DO MAL ESTÃO CAINDO...

*LEIA!* Depois, de nada servirá aquela estúpida frase:
Ah! Eu não sabia.



O Wuhan Chinese Biological Laboratory é na verdade propriedade da Glaxo, que passa a ser o dono / sócio majoritário da Pfizer (aquela da vacina milagrosa para cobiçosos), que casualmente lida com as finanças do Black Rock, que por acaso cuida das finanças do Open Foundation Society (Soros), que por acaso cuida dos interesses da francesa AXA, da qual a alemã Winterthur construiu o laboratório chinês, comprado pela alemã Allianz, e que por acaso tem a Vanguard como grande acionista, que é acionista. da Black Rock que controla os bancos centrais e administra 1/3 do capital de investimento mundial, que por acaso é grande acionista da Microsoft e de Gates, que por acaso é acionista da Pfizer e atualmente o primeiro patrocinador da OMS !!!

Está claro por que um morcego entrou e agarrou a cobra e todo o planeta foi infectado?

O que há sob o slogan "FICAR EM CASA"?
Há dois mil anos, os árabes descobriram que obrigar as pessoas a tapar o nariz ou a boca tirava a personalidade e despersonalizava, ajudando a torná-las mais submissas.
Com isso impuseram a toda mulher o uso obrigatório do véu sobre o rosto.
Então o Islã transformou isso em um símbolo da submissão da mulher a Alá, depois ao rei e, finalmente, ao dono do harém.
A psicologia moderna explica: sem rosto não existimos como seres independentes e, conseqüentemente, como pessoas livres.
A China fez o mesmo com seu povo nas últimas décadas e como a escola não nos ensinou a verdadeira história, estamos condenados a repeti-la.

FICAR EM CASA:
Que vamos tirar você do trabalho para torná-lo dependente do estado.

FICAR EM CASA:
Que decidiremos quando e como você pode sair, mesmo que não tenha dinheiro para fazer compras.

FICAR EM CASA:
Mesmo que seus pais tenham alguns anos de vida e não vejam os netos por causa da dúvida de que eles vão pegá-lo.

FICAR EM CASA:
Você ainda deve continuar a pagar seus impostos, mesmo que não esteja trabalhando.

FICAR EM CASA:
E você se distrai com coisas banais e se confunde com coisas absurdas, e não vê o que realmente estamos fazendo com seus direitos.

FICAR EM CASA:
Porque se você sair de casa corre o risco de morrer de gripe com 2% de mortalidade.

FICAR EM CASA:
Assim, podemos estudar seu comportamento, para melhor controlá-lo com nossos satélites e dispositivos conectados(CELULARES).

FICAR EM CASA:
Que vamos deixar para você uma lista de entretenimento virtual para que você não questione o novo normal.

FICAR EM CASA:
E tome cuidado com o que faz porque seus vizinhos também agem com nossa polícia.

FICAR EM CASA:
Não se exponha à luz solar ou bactérias, por isso destruímos seu sistema imunológico.

FICAR EM CASA:
É assim que tiramos o dinheiro de circulação, criamos uma moeda única e preparamos o caminho para a vacina da nova espécie.

FICAR EM CASA:
Para que possamos continuar com nossa agenda global, fazendo as mudanças que queremos sem que você perceba, sem interferências e sem protestos.

FICAR EM CASA:
Você se afasta de tudo que o torna humano, então nossa ação será mais sutil, você achará normal e não haverá culpados.

FICAR EM CASA:
Como quando Hitler deu ordens e as pessoas obedeceram.
Só ele fez isso com armas e nós com medo.

FICAR EM CASA:
Não lute pelos seus direitos de cidadão ou de família, queremos você dócil, não rebelde.

FICAR EM CASA:
Sem liberdade, sem trabalho, sem escola, sem religião, sem viagens, sem capacidade de discernir, sem futuro, sem humanidade, mas com Tiktok e Netflix.

FICAR EM CASA:
entretanto administramos e preparamos uma ditadura graças à sua ignorância e tolerância.

FICAR EM CASA:
Até que você se desumanize completamente e perca a empatia por seu povo, criando uma divisão ou ruptura impossível de remediar

PARA O RESTO DA SUA VIDA
Entenda, eles não querem você com saúde, querem que você seja um escravo !!! A nova ordem mundial é essa, controlada e pérfida.

LEMBRAR
Tudo isso tem solução. SÓ DEPENDE DE NÓS.

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LEMBRAR
Tudo isso tem solução. SÓ DEPENDE DE NÓS.

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Conheça os tipos de limões e as diferenças de cada um


28 DE DEZEMBRO DE 2017DICAS DA NUTRI, VARIEDADESIMPRIMIR
De acordo com estimativas, existem cerca de 100 espécies de limões no mundo. No Brasil, o limão é uma das frutas mais conhecidas e desejadas, sendo, inclusive, bastante usado no preparo de sucos, drinks, e também para dar um toque especial na culinária. E ainda: o limão também funciona como medicamento para tratamento de várias doenças. Tudo isso só é possível graças à sua versatilidade e seus benefícios para a saúde!

Se você ficou interessado nesse maravilhoso alimento e quer saber mais sobre ele, conheça agora os tipos de limões mais conhecidos e suas principais funções no preparo de refeições e bebidas. Continue lendo o nosso post e aprenda tudo o que precisa saber agora!

Benefícios do limão
Seja em sucos, chás, ou em deliciosas receitas, o limão é uma fruta que oferece inúmeros benefícios à saúde, principalmente por ser uma excelente fonte de vitamina C. Conheça agora seus principais benefícios:

Ajuda na digestão
Reduz o risco de câncer de esôfago
Ajuda a melhorar o humor e reduzir a ansiedade
Ajuda a manter o peso
]Fortalece o sistema imunológico
Equilibra os níveis de pH do sangue
Melhora a aparência da pele
Refresca o hálito
Ótimo para garganta infeccionada
Evita o envelhecimento precoce
Benefícios do limão

Os principais tipos de limões e suas utilidades
Existe uma enorme variedade de limão em todo o mundo, porém as mais conhecidas por nós, brasileiros, são:

Taiti – É considerado o tipo de limão menos ácido e mais popular no país. Para identificá-lo, basta reconhecer sua casca fina e formato arredondado. Esse limão é bastante usado em limonadas e drinks como a caipirinha, por exemplo.

Cravo ou caipira – Conhecido também como limão-rosa, possui sabor e aroma bem característicos. Sua casca é alaranjada, com nervuras. O limão-cravo é usado para temperar saladas e marinar carnes.

Galego – O limão-galego tem um formato menor e bem arredondado, com a casca fina e verde clara. Possui pouca acidez, por isso é muito usado no preparo de sorvetes, molhos, tempero, doces, drinks e sucos.

Benefícios do limão, tipos de limoes

Siciliano – Esse é o limão mais antigo do mundo, conhecido também como lisboa ou eureka. Possui casca grossa e amarelada, com formato alongado. Não é muito suculento como os demais tipos, e seu sabor é bem ácido. Suas características fazem com que ele seja perfeito para molhos e para dar mais sabor a pratos como risotos. Usado também em perfumes e cosméticos.

Dica extra

Consumir água com limão diariamente é uma ótima maneira de eliminar toxinas, regular nosso metabolismo e evitar a ação negativa dos radicais livres.

Consumir água com limão diariamente

Aprendeu todos os benefícios e utilidades dos tipos de limões mais conhecidos? Agora que você já sabe a diferença entre cada tipo, use essa maravilha no preparo de suas refeições. Com o tempo, você vai sentir os resultados incríveis para a sua saúde!

Ah, e não deixe de acompanhar este e outros assuntos interessantes em nossas redes sociais. Aproveite para curtir a nossa página e compartilhá-la com os seus amigos!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dilma brilha nas charges: ‘me sinto Gisele Bündchen!’

A campanha eleitoral de 2010 foi realmente especial. Pela primeira vez, duas mulheres disputavam a Presidência da República — Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV-AC). Seus adversários eram José Serra (PSDB-SP) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL-SP). Dilma venceu a eleição, mas desde sua chegada à chefia da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, já chamava a atenção de Chico Caruso. As primeiras charges em que protagoniza são de novembro de 2005, quando foi retratada em diversas situações de confronto com o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, no auge da crise do mensalão.
Em charge publicada na edição do GLOBO de 13 de novembro de 2005, Dilma é retratada por Chico Caruso ao lado dos senadores do PMDB Ney Suassuna (PB), José Sarney (AP) e Gilberto Mestrinho (AM). Na legenda do desenho: “Aqui entre nós, me sinto a Gisele Bündchen!”
Três anos depois, Dilma já ascendera no governo e tornou-se figurinha frequente nas charges de Chico. Em março de 2008, por exemplo, foi desenhada como o coelhinho da Páscoa. O ovo que carrega tem a inscrição PAC, numa referência às obras pelo país do Programa de Aceleração do Crescimento que comandava. Em 13 de janeiro de 2009, quando já despontava como nome forte à sucessão, aparece com novo visual, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a botar óculos para observá-la melhor.
Um ano depois, em 22 de fevereiro de 2010, Chico desenhou Dilma se aproximando de José Serra na corrida eleitoral. No mesmo ano, em 13 de julho, a então candidata consulta o polvo Paulo sobre o resultado do pleito — o animal ganhara fama supostamente adivinhando os resultados da Alemanha na Copa do Mundo da África.
Em 1º de outubro, o cartunista volta à imagem de uma corrida para retratar Dilma vencendo a disputa. Três dias depois, ela e Serra estendem um tapete — verde, é claro — para Marina Silva: a petista e os tucanos buscavam o apoio da ex-adversária para o segundo turno. No fim das contas, Dilma venceu: em 31 de outubro, aparece ajoelhada em uma urna. Mas mal teve tempo de comemorar. Nos dias 4 e 5, Chico brincou com a responsabilidade que esperava a nova presidente: em duas charges, mostrou Lula entregando a Dilma um pepino e um abacaxi.
O período do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, concluído em 2014, foi especialmente fértil para o cartunista, que produziu dezenas de charges sobre o assunto. No dia 26 de novembro de 2012, Chico faz uma releitura da foto que foi um dos destaques da semana, quando Dilma ajudou a soltar a capa de Joaquim Barbosa, que ficou presa a uma cadeira na ocasião do seu discurso de posse na presidência no STF. "Me larga, me solta, me deixa!", gritaria o ministro.
Durante a apertada disputa das eleições presidenciais de 2014, Dilma e Aécio Neves (PSDB-MG) dividem a cena em um duelo de dedos que apontam um contra o outro, como ironizou o desenho do dia 19 de outubro. A governante levaria a melhor nos resultados, e continuaria a estrelar charges como a do dia 24 de julho de 2015, onde aparece equipada com uma bicicleta, empurrada pela Advocacia-Geral da União e interrompida pelo Tribunal de Contas da União. A brincadeira associava o esporte praticado por Dilma às chamadas pedaladas fiscais, um dos gatilhos do processo de impeachment discutido em 2016 e que foi acolhido para julgamento pelo Senado, em 11 de maio, após votação na Câmara, obrigando Dilma, na manhã seguinte, a se afastar do governo.


domingo, 14 de agosto de 2016

cocovan

O ano começa, muitas promessas, a vida continua, então não espere o Carnaval chegar pra começar as atividades, coragem!! Quer algo inspirador, barato e fácil? Fica aqui nossa sugestão, o Coq au vin, pronuncia-se cocovan, o nome afrancesado pode até talvez assustar, mas o prato você vai ver, é bem mais simples do que parece e vai fazer o seu frango do dia a dia sair um pouco da rotina, ficar mais sofisticado e vai ser gostoso.

Fizemos esse prato no penúltimo Lá em Casa e o resultado foi muito bom,  para umas quatro pessoas você vai precisar de:
– 1 cenoura  média
– 1 cebola branca grande
– salsão
– 1 garrafas de vinho tinto
– 8 coxas inteiras ( coxa e sobre coxa)
– caldo
O prato começa com o caldo, em uma panela grande derrame o vinho, a cenoura, a cebola e o salsão cortados em pedaços grandes, quando começar a ferver espere dez minutos, desligue e espere esfriar.
Quando a panela estiver fria coloque o frango e deixe marinhando, de preferência de um dia para o outro.
No dia seguinte,  ascenda o fogão e deixe o frango como está na panela, quando começar a ferver conte dez minutos, retire o frango e deixe o vinho reduzir, acrescente ao molho sal e pimenta do reino a gosto.
O frango estará semi cozido e assim que sair da panela com o vinho coloque em outra panela refogando na manteiga até dourar, depois retire e  reserve em outra vazilha.
A essa altura o molho já deve ter reduzido um pouco, espere esfriar e misture novamente com o frango.
Agora é só esperar as visitas, colocar a bebida pra gelar e preparar os acompanhamentos. No dia servimos com purê de batata doce, baroa e inglesa com azeite trufado, cebolinha e baby cebola, mas não precisa ser exatamente isso, pode ter arroz com lentilha, farofa de cebola, o que mais você preferir e tiver em mãos.
Na hora de servir de novo coloque a panela para ferver, quando começar a  ferver desligue e transfira o frango para a outra panela e doure novamente, acredita que dá certo, vai ficar uma beleza e vai valorizar bem a carne do frango.

Se arrisque, abs
Esdras
Arquivado em Carnes, Edições, Menus, Receitas

Coq au Vin

Coq au vin é um prato típico da culinária francesa, feito à base de carne de galo (opcionalmente frango) e vinho. Quando se menciona apenas “coq au vin”, trata-se duma preparação com vinho tinto. [1] No entanto, também há receitas de “Coq au vin blanc” (geralmente, não francesas) [2] , mas existe a receita tradicional de “Coq au vin blanc d’Alsace” ou “Riesling”, [3] assim como o “Coq au vin jaune” do Jura ou Franche Comté, que é um vinho seco e perfumado; a receita leva “morilles”, que são cogumelos do género Morchella e têm um sabor forte [4]
Diz a lenda que o prato surgiu por volta de 50 a.C., por um motivo histórico. Os gauleses (liderados por Vercingetórix) estavam em guerra com os romanos, até que o exército de Júlio César cercou uma aldeia e o chefe mandou um galo de briga a César, que respondeu com um convite para um jantar feito com o próprio galo cozido no vinho da região. [5]


O galo se tornou um ícone popular francês após a queda do império romano e o motivo foi um simples trocadilho. A palavra gallus podia significar tanto galo em latin, quanto gaulês, na língua local. Desde então os franceses possuem uma grande afinidade com a ave e ela é símbolo da várias federações esportivas além de uma grande marca de artigos esportivos.
Cultura inútil a parte, a França tem o galo, ou o frango, mais famoso do mundo gastronômico, mais precisamente na região de Bresse, ao sul da Borgonha. Lá é o lar do renomado Poulet de Brésse. A raça de penas brancas e pés azulados é considerada a mais saborosa e existe inclusive uma denominação de origem controlada para a criação destes frangos, com severas regras e padrões altíssimos de qualidade.
Não é de se estranhar que na mesma região exista um dos pratos mais famosos da França, o Coq au Vin. Tradicionalmente, este prato é feito com um galo velho, cuja carne dura fica macia e suculenta depois de cozida por horas em vinho tinto. É uma preparação similar a outro prato tão famoso quanto, o Bouef Bourguignon, também feito com cortes de carne duros, mas que ficam deliciosamente macios depois do longo cozimento.
Mas se você não tem acesso tão fácil assim a um galo velho, nem a um poulet de Bresse, não se acanhe, pois uma boa galinha caipira também é muito apropriada para este preparo. Sirva-se de um bom vinho, seja da Borgonha ou não, e aproveite este prato rico e saboroso.


Ingredientes:
  • 1 frango caipira de cerca de 2 kg
Marinada:
  • 1 garrafa de vinho tinto
  • 1 cenoura
  • 1 cebola
  • 1 talo de aipo
  • 4 dentes de alho
  • 1 folha de louro
  • Alguns raminhos de tomilho
  • 2 cravos da índia
Para finalizar:
  • 2 colher de sopa de óleo de girassol
  • 50g manteiga + 25 para as cebolinhas
  • 4 colheres de sopa de farinha
  • 250g cogumelos paris pequenos
  • 200g bacon defumado (pedaço)
  • 150g cebolinhas
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de salsa picada
  • Sal e pimenta do reino
Modo de Preparo
Separe o frango em pedaços: 2 coxas, 2 sobrecoxas, 2 coxinhas das asas e 2 peitos (ainda com osso). Seu açougueiro terá todo o prazer em fazer isto caso você não queira se dar ao trabalho. Corte cada peito ao meio, dividindo-os em 2 pedaços cada, no final você terá 10 pedaços. A carcaça e as pontinhas da asa, guarde para fazer um caldo quando quiser fazer um bom risotto.
Pique a cebola, a cenoura, o talo de aipo e os alhos grosseiramente. Tempere os pedaços de frango generosamente com sal e pimenta e coloque-os em um pote plástico. Cubra completamente com vinho tinto e adicione todos os ingredientes da marinada. Deixe de um dia para o outro.
No dia seguinte retire os pedaços de frango da marinada e seque-os bem. Peneire a marinada, reservando o vinho e descartando os legumes. Passe os pedaços de frango na farinha de trigo e depois dê uma sacudida para retirar o excesso.
Coloque a manteiga e o óleo em uma panela e deixe esquentar. Doure bem os pedaços de frango, de todos os lados, e adicione o vinho da marinada que estava reservado. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo bem baixo por cerca de uma hora. Se preferir, também pode-se colocar a panela fechada no forno a 200º e deixar cozinhar por cerca de 2 horas no forno. Enquanto o frango cozinha, sempre vá retirando com uma concha a espuma e gordura que vai subindo à superfície.
Como o frango irá demorar para ficar pronto, prepare as guarnições. Retire a pele do bacon e corte-o primeiro em fatias grossas, de ½ cm de espessura, e depois corte as fatias em “bastões”, com a mesma espessura das fatias. Leve ao fogo em uma frigideira e começe em fogo baixo, mexendo de vez em quando até que o bacon libere sua gordura. Aumente então o fogo e frite-os na própria gordura, mexendo sempre, para que fiquem dourados por igual. Retire-os do fogo e deixe escorrer sobre papel toalha.
Limpe os cogumelos com um pano e corte cada um em 4 pedaços. Volte com a frigideira do bacon para o forno e aqueça bem. Refogue os cogumelos nesta frigideira até que eles ganhem cor e comecem a parecer úmidos. Reserve e espere o frango ficar cozido.
Descasque as cebolinhas. Coloque-as em uma panela onde elas não se sobreponham e adicione água apenas para cobri-las. Acrescente também a manteiga, o açúcar e um pouco de sal. Ligue o fogo e deixe cozinhar até que toda a água evapore e as cebolinhas caramelizem na mistura de açúcar e manteiga.
O frango está bom quando os pedaços ainda estiverem inteiros mas carne estiver soltando do osso. Adicione o bacon e os cogumelos ao frango, misture e adicione também um pouco de salsa picada. Corrija o sal e a pimenta e sirva acompanhado de batatas, arroz ou macarrão.
Foto de capa por Jon Olav Eikenes / CC BY 2.0

quarta-feira, 29 de junho de 2016

A fábula da lagarta e do girino


Uma lagarta e um girino apaixonaram-se e decidiram casar
Mas, no dia do casamento, a lagarta entrou no casulo e dormiu; e o girino, muito chateado com a noiva, resolveu esperar.
Tempo depois, abriu-se o casulo e saiu uma linda borboleta de asas multicoloridas e o girino tinha chegado a sapo, feíssimo.
Então a borboleta disse: com um sapo tão feio não sou eu que vou casar. E acelerou as asas e voando tentou fugir. Mas o sapo atirou o linguão, apanhou a noiva/borboleta e… comeu-a!
Moral da fábula: não importa se você é feio; se tiver uma boa língua sempre vai comer alguma fêmea.